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Machete elogia representação na Prowein

Mar 17 , 2015

Machete elogia representação na Prowein

Na 21ª edição da feira marcam presença 333 empresas e entidades portuguesas, o que representa a maior participação de sempre de empresas nacionais numa feira na Alemanha. Portugal ocupa a sexta posição no "ranking" dos países expositores, atrás de Itália, França, Alemanha, Espanha e Áustria. A Alemanha é o quinto maior destino de vendas para os vinhos portugueses, vinho do Porto incluído. Excluindo o vinho do Porto, é o segundo maior destino da exportação nacional.

Em representação do governo, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, elogiou os vinhos portugueses e garantiu que o executivo procura ajudar os exportadores. O governante falava à Lusa, durante a visita à ProWein 2015, a maior feira europeia do sector de vinhos que se realiza em Düsseldorf, na Alemanha. Rui Machete realçou "a excelente" qualidade dos vinhos portugueses e disse estar impressionado com o grande número de participantes nacionais.

"Vim à capital da Renânia do Norte Vestefália, o maior estado federado da Alemanha, porque se trata de uma grande exposição. É um passo em frente que presumo ser muito importante no aumento das vendas de vinhos portugueses no estrangeiro", destacou o ministro já depois de fazer uma ronda pela feira, cumprimentar muitos produtores portugueses e provar alguns dos vinhos em exposição.

Sobre se o Ministério dos Negócios Estrangeiros pretende um papel mais forte na diplomacia económica, quando esse papel estará nas mãos do vice-primeiro ministro, Rui Machete respondeu que não há "nenhuma divisão rigorosa de competências nesse capítulo" dado que a tutela da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externos de Portugal - foi delegada na tutela do vice-primeiro-ministro e depois no Ministério dos Negócios Estrangeiros e no da Economia. O governante salientou ainda que há aspectos da diplomacia económica que são específicos do MNE, como por exemplo, a preparação e a assinatura de acordos comerciais.


Nuno Valle, diretor de marketing da ViniPortugal, a associação interprofissional do setor, também não escondia o seu orgulho: "pela primeira vez organizámos uma zona de degustação livre de vinhos portugueses, bem como, conforme já praticado nos anos anteriores, visitas guiadas ao pavilhão coletivo. Além disso temos um programa muito atrativo de seminários temáticos e orientados por jornalistas da especialidade e produtores internacionalmente conceituados nos 'stands' de Portugal, em todos os três dias da feira."

Portugal ocupa 1/3 de um dos principais pavilhões da feira. Só a "Vinhos de Portugal" dispõe de cerca de 1.000 m2, a que se acrescentam os 'stands' regionais dos vinhos do Tejo, do Alentejo, dos Vinhos Verdes e dos vinhos do Douro e do Porto.

Fonte: agência Lusa

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