Quinta do Vale D. Maria Vinha do Rio Tinto 2016

Notas de Prova por Tiago Macena:

O copo apresenta-se ruby intenso e cheio de laivos violáceos.

O aroma é complexo e profundo. Inicialmente mostra-se pouco, apresenta notas de fruta madura (ameixas pretas, amora e cereja) e notas especiadas e florais de esteva… o tempo dá-lhe vida! O vinho cresce no copo, mostrando a sua delicada elegância, apesar de toda a concentração prometida.

 A boca é ampla e elegante. A acidez equilibra o conjunto dominado pela concentração dos elementos. Os taninos são impositivos e firmes, mas polidos. O vinho está desde já pronto a ser bebido. A complexidade e riqueza implicam uma maturação futura de 2 a 4 anos. A longevidade deste vinho, antevê-se enorme, dada a concentração de elementos, o seu equilíbrio e comprimento, que são muito bem suportados pelo equilíbrio da acidez.

Temperatura recomendada de consumo: 16 – 18 ºC

Harmonizações sugeridas: Carne de Vaca mal passada, Queijos Curados, Carnes de forno.

Quinta do Vale D. Maria Vinha do Rio Tinto 2016

123,50 €

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Especificações

Mais Informações
Tipo Tinto
Capacidade 750ml
País Portugal
Região Douro
Produtor Quinta Vale D. Maria
Colheita 2016
Teor Alcoólico 15.61%
Produção 1.559 garrafas de 75cl e 50 de 1,5L.
Engarrafamento Julho 2018
Enólogo Cristiano van Zeller / Joana Pinhão / Francisca van Zeller
Visual Cor intensa, com nuances de violeta, roxo e vermelho escuro.
Boca Há uma presença de fruta madura, com aromas de framboesas, ameixas e cerejas pretas, combinadas com notas frescas de esteva, que aparecem discretamente e de forma elegante à medida que o vinho vai abrindo no copo.
Vinificação Todas as uvas do Quinta Vale D. Maria “Vinha do Rio” são pisadas em lagares e fermentam depois durante 7 a 10 dias a temperaturas de 22° a 27°. Os vinhos são tirados a limpo para barricas novas de carvalho francês Allier de 225L (François Frères, Taransaud, e outros), onde se processa a fermentação maloláctica. A selecção final de barricas e a composição do lote processa-se em geral entre Maio e Junho do segundo ano após a vindima. O vinho é normalmente engarrafado duas ou três semanas depois.
Nariz Este vinho tem uma complexidade e uma elegância impressionante, que só uma vinha de 100 anos poderá conferir a um vinho

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